em tudo e eu amava Tizz por isso. Eu sempre fui muito cabeça avoada, mas adorava tradições. Como meu casamento seria bem tradicional, teríamos que fazer as coisas totalmente tradicionais, não é?
Tizz reservara um andar inteiro do melhor hotel da cidade e chamara minhas melhores amigas, ou seja, Monique e Brittany , para participarem da minha despedida de solteira.
Ao chegarmos ao andar, vi dois barmans fazendo acrobacias com as garrafas. Minha irmã nem bem chegou e já se jogou no balcão pedindo um Sex On The Beach duplo. Brittany , como também não podia ver álcool em sua frente, se jogou ao lado de Tizz e deu uma piscada pro barman. Até mesmo Monique , que nunca fora muito apegada ao alcoolismo estava do lado das duas pedindo sei lá o que com álcool.
Eu ainda estava meio indecisa sobre participar ou não da festa. Tinha medo do que Austin iria pensar, e em dois dias eu estaria me tornando uma senhora. Tizz se virou vendo minha relutância e riu:
- Qual é, Nessa ? O Austin deve estar fazendo a mesma coisa, né? – abaixei a cabeça, tendo que concordar com Tizz . Era a noite da despedida de solteiro dele também, e conhecendo Austin como eu conhecia, tinha certeza de que ele estava aproveitando muito bem de sua festa. E eu não estaria fazendo nada de tão ruim, afinal, eu estava apenas bebendo com minhas amigas. O que tinha de mal nisso?
Sentei-me junto com elas e começamos a beber como quatro desesperadas. Até mesmo whisky puro bebemos sem pensar duas vezes. Estávamos bem altas, na verdade altas já estávamos há um bom tempo, quando quatro homens entraram no andar e deixaram a porta do elevador aberta. Tizz virou a banqueta e deu uma boa olhada para os quatro.
Um deles estava vestido de policial e estava rodando as algemas na mão de um jeito ultra sexy. Já o que estava ao seu lado estava de bombeiro, com direito a mangueira e tudo! O próximo no nosso campo de visão estava de motoqueiro com a roupa toda preta de couro. Já o ultimo, não estava menos sexy vestido de recruta do exercito mexendo com a libido de todas nós.
Assim que Monique viu o motoqueiro, bateu palmas agitada e se levantou com um sorriso totalmente bêbado. Uau! Aquilo era realmente muito excitante.
- É daqui que chamaram para apagar o fogo de quatro garotas? – o bombeiro perguntou andando com passos lentos em nossa direção.
- Foi! Foi sim! – Tizz gritava descontrolada olhando para o policial com sua cara mais safada. – Oh! Pode crer que foi.
- Foram boas meninas?
Ah, soldado! Não pergunta uma coisa dessas que eu não vou poder dar uma boa resposta. Brittany balançava a cabeça negativamente, mas com uma cara de criança inocente que quem visse pensaria que aquela não era Brittany .
Uau! O que eram aqueles strippers?! Lembrem-me de dar um beijo em quem decidiu contratá-los, e pela cara de Tizz , já sei até em quem vou dar esse beijo. Ela só faltava despir os homens com os olhos.
Uma música muito sensual começou a tocar e os caras foram para uma parte mais alta do corredor largo que parecia ser um palco. O primeiro que começou a tirar a roupa foi o recruta que tirou sua camisa verde musgo e ficou lindamente seminu.
O bombeiro tirou a camisa também e jogou ela em minha direção. Posso dizer que eu delirei? Piscando para mim ele continuou tirando a roupa, Monique ao meu lado parecia se derreter aos poucos gemendo a cada peça de roupa tirada, e se fosse do motoqueiro então, ela poderia até mesmo dar alguns gritinhos histéricos que quase me matavam de rir. E quem diria que Monique era a mais certinha de nós?
Brittany parecia uma criança na frente de uma loja de brinquedos. Até mesmo batia palminhas quando alguma peça era arrancada daquele modo sensual que só os strippers sabem fazer. O recruta estendeu a mão em sua direção e ela deu um pulinho contente e se jogou nos braços dele, rebolando e dançando a musica no mesmo ritmo que ele.
Tizz nem esperou o policial estender a mão para ela, se jogou no pescoço dele e deu uma bela agarrada nele, que riu e colocou uma das mãos na cintura dela puxando-a para mais perto dele, dançando com ela a musica sensual.
O motoqueiro tirou a banda na preta de caveiras da cabeça e colocou no pescoço de Monique , usando-a para puxar para perto dele, colando seu corpo com o dela e deslizando os corpos numa esfregação, que usando as palavras de Monique, poderia ser descrita como “frenética”.
Fiquei no meu lugar mesmo quando o bombeiro estendeu-me sua mão. Era melhor eu ficar no meu lugar ou eu faria besteiras inimagináveis. Eu me conhecia muito bem para saber que eu ficava sem controle quando estava bêbada, e mesmo que eu amasse Austin o tanto que eu amava, tinha que admitir que aquele bombeiro havia mexido comigo.
Desde o momento em que ele aparecera dentro daquele elevador com aquela mangueira enrolada no ombro que eu ficara perturbada, olhando para ele como uma boba, observando cada movimento, cada tirada de roupa, cada rebolado. Não, eu não podia me levantar.
- É só uma dança, moça. – a voz dele era rouca e mais sensual que a própria musica, a mão dele continuava estendida e um sorriso malandro brincava em sua face. Abri um bem parecido com aquele quando me levantei segurando sua mão. – Relaxe e deixe o ritmo te guiar, ok?
Eu apenas sorri enquanto me movia no ritmo sensual da musica acompanhando os movimentos de quadris que ele fazia. O sorriso dele se alargou e a sua mão em minha cintura se tornou mais possessiva. Minha respiração estava ofegante e eu podia ouvir os gritinhos animados de Tizz pendurada no pescoço do policial. Me virei um pouco para ver o que era tão animador para minha irmã e a vi no colo do cara enquanto ele abria a porta de um dos quartos do andar. Sim, Tizz sempre foi rápida com essas coisas, mas não sabia que tanto assim.
Brittany estava delirando com o recruta. Ele desabotoava a calça tão lentamente que eu podia ouvir os barulhos que fazia. Brittany tinha uma poça de baba ao seu redor, o cara a puxou para mais perto ainda e ela colocou a mão dentro da calça dele com uma cara surpresa. Uau! Ela devia estar impressionada mesmo, já que empurrou o cara na parede e começou a beijá-lo de forma avassaladora. O homem abriu a porta enquanto a beijava e a puxou para dentro do quarto fechando a porta logo em seguida.
Apenas eu, Monique e os dois strippers continuávamos na sala, mas não foi por muito tempo, já que Monique e o homem travavam uma luta de línguas tão intensa que eu não fiquei surpresa quando ela abriu a porta do quarto e entrou nele quase fundida com o cara. E não é que a Monique que eu conhecia não era a mesma quando estava sob o efeito do álcool e do charme de um motoqueiro bonitão?!
Olhei para o bombeiro em choque com o coração batendo muito rápido. Aquele homem era delicioso demais e eu estava salivando de desejo, mas mesmo assim a imagem de Austin não saia de minha cabeça, tínhamos um compromisso, eu não poderia traí-lo dessa maneira.
Ele olhava fixamente em meus olhos com um ar de malícia que o tornava ainda mais irresistível. Ele aproximou-me de seu corpo e senti seus lábios próximos ao meu ouvido me arrepiando tão violentamente que acho até que cheguei a tremer.
- Você é a noiva, não é? Sua relutância me prova isso. – eu abri a boca pensando em responder algo, mas as palavras ficavam presas na minha garganta seca de desejo. – O seu noivo deve estar aproveitando muito bem a despedida de solteiro dele, então por que não aproveita a sua?
Fechei os olhos presa em um duvida cruel : Aproveitar e talvez me arrepender ou não aproveitar e passar a vida toda imaginando como teria sido.
- Vamos lá, deixe seu corpo tomar o controle da sua mente.
Ainda nos balançávamos suavemente no compasso da musica, as mãos do homem percorriam meu corpo de uma forma calma, apenas ajudando minha mente bêbada a se render.
- Desconhecido... – a palavra saiu de meus lábios antes que eu pudesse contê-la.
- Zac . Esse é meu nome. Agora que me conhece, vamos deixar as coisas mais quentes.
Os braços dele rodearam minha cintura me obrigando-me a rodear a dele com as pernas e me segurar firme em seu pescoço. Entramos no quarto e ao invés de me colocar na cama, ele prensou meu corpo contra a parede, tomando meus lábios com os dele e me desesperando com o calor daquele beijo. Quando os seus lábios finalmente me deram um descanso, eu fechei os olhos e respirei fundo sentindo agora sua boca sugar meu pescoço e dar beijos leves onde sugava, me deixando em uma montanha russa de emoções alucinantes e sensações intensas.
Zac abriu minha camisa com uma mão só, sustentando meu corpo apoiado na parece com o outro braço. Foi só o tempo de minha camisa ser jogada em algum canto do quarto para que os lábios sedentos de Zac escorregassem para o meu colo, beijando e sugando, devorando meu corpo com uma fome desconhecida para mim.
O controle que eu me admirava de possuir se esvaiu com um estalo. Aproveitar era a palavra de ordem no momento. Escorreguei um pouco o corpo na parede e rodeei sua cintura com as pernas com mais firmeza, fazendo nossos sexos se roçarem sensualmente e deliciosamente.
Ele riu alto enquanto eu pegava sua mão, colocando-a em cima do meu seio esquerdo e puxando seu cabelo para que sua boca encontrasse a minha. Meu Deus! Que lábios eram aqueles? A boca dele grudada na minha, nossas línguas se enroscando cheias de desejo, mal podendo respirar direito, era tudo bom demais, mas sabia que não era nem o começo quando o senti começar os movimentos de fricção de um jeito mais selvagem, me enlouquecendo.
- Sua mente perdeu lugar para o seu corpo. – ele sussurrou em meu ouvido.
- Sim, vou mostrar tudo do que meu corpo é capaz.
Esfreguei-me mais contra ele e coloquei a boca em seu ouvido, mordendo e sugando o lóbulo de sua orelha enquanto ele gemia e se concentrava em distribuir beijos quentes no meu colo e abrir meu sutiã. E o cara tinha habilidade nisso. Abriu meu sutiã tão facilmente que quando dei por mim, seus lábios brincavam com meus mamilos sugando-os e depois mordendo.
Dei um grito histérico de puro prazer, coisa que eu nunca fizera antes com Auatin. Zac estava despertando algo selvagem em mim que eu não conhecia, mas não me importei nem um pouco em deixar esse lado selvagem tomar conta de mim.
A boca de Zac beijava meus dois seios levemente e depois se concentrava em apenas um, distribuindo beijos quentes e sugadas mescladas de mordidas que enlouqueciam a minha cabeça, me deixando bem mais descontrolada do que eu já estava.
- Oh! Preciso agora... Possua... Meu... Corpo. – eu gritei encostando a cabeça na parede totalmente louca de êxtase.
- Daqui a pouco, querida. – ele disse mordendo minha barriga e arrancando outro gritinho de mim. – Quero te deixar em brasa antes.
É, ele tinha mesmo que ser o bombeiro. Ele tinha muita experiência em lidar com fogo, e em acendê-lo também.
Com fúria ele jogou meu corpo na cama e olhou nos meus olhos com intensidade. Uau! O que era aquele homem, Jesus? Ele colocou as duas mãos no cinto da calça e eu apoiei as mãos no colchão, erguendo um pouco o corpo para poder aproveitar bem a cena.
Vagarosamente ele tirou o cinto e abriu a calça a abaixando bem lentamente, me fazendo suspirar de puro desejo, assim que a calça caiu no chão, pude ver sua sunga preta que acelerou meus batimentos cardíacos. Com a mesma vagarosidade de antes, ele tirou as botas e subiu na cama, deitando-se sobre mim.
- Posso pedir uma coisa? – perguntei em seu ouvido com uma voz que eu desconhecia. Ele fez que sim enquanto apertava meu corpo sob ele. – Deixe-me ficar por cima.
Ele riu e nos rolou, me deixando por cima, mas já tirando minhas calças e minha calcinha de uma vez só. A minha sandália já fora jogada longe na sala quando eu começara a beber. Assim que fiquei finalmente nua, esfreguei meu corpo no seu, arrancando arfadas de Zac . Passei meus seios sobre o peito dele e escorreguei sob o seu corpo beijando cada pequena parte, me deliciando com a sua pele quente e suada. Foi apenas uma questão de tempo até eu chegar à sua sunga preta, onde eu parei brincando com a barra, passando a mão simultaneamente em suas coxas, vendo o efeito que eu despertava naquele corpo tão delicioso.
Abaixei sua sunga, com a ajuda de Zac e agarrei seu membro com firmeza e ele segurou o meu cabelo com a mesma firmeza, eu já sabia o que fazer, apesar de nunca ter feito isso com Austin antes. Na verdade, Austin nunca me deixara ficar por cima, ou eu nunca pedira, não sabia ao certo, e não era hora de pensar em Austin naquele momento.
Dei um beijo molhado em sua coxa e comecei uma trilha até o membro rijo e enorme de Zac , ele puxou meu cabelo levemente. Toquei a ponta com a língua bem devagar e depois abri a boca abocanhando com todo o cuidado, deixando com que ele sentisse cada mínima sensação que eu era capaz de lhe dar. Zac suspirava e puxava os meus cabelos com força dependendo do nível de sua excitação.
- Que boca deliciosa! – eu ergui os olhos para ele e continuei sugando o seu membro com cuidado e lentidão e acho que isso mexeu de vez com Zac , já que o seu membro inchou mais e deu uma estremecida entre meus lábios. – Agora você me deixou em brasa.
Eu ri enquanto ele me puxava contra si, beijando meu pescoço de um jeito delicioso. As mãos dele seguraram minha cintura me posicionando contra o seu membro, que estava totalmente encaixado apenas esperando para me penetrar como eu tanto desejava.
Antes, porém, ele tirou uma camisinha apressado da cômoda ao lado da cama e colocou-a rapidamente me puxando contra ele e dando inicio aos movimentos enlouquecedores que eu queria tanto.
Movimentei o corpo para cima e para baixo sentindo o membro de Zac finalmente me penetrar como eu queria. Ele se movimentava da mesma forma que eu e segurava minha cintura com firmeza, apertando de vez em quando arrancando gritinhos que eu não podia segurar. Ele movimentou meu corpo até eu estar realmente sentada sobre ele, mas sem perdermos aquele contacto enlouquecedor, que me fazia pular sobre ele totalmente descontrolada e sedenta de mais e mais.
Eu nunca havia agido daquela forma em toda a minha vida, mas sentia que para tudo havia uma primeira vez.
Mais um pouco e estávamos ofegantes um sobre o outro, ele acariciava meus cabelos com uma mão e fazia desenhos aleatórios nas minhas costas, e eu adorava aquele contacto Escutei um grito muito alto vindo de um dos quartos ao lado e ri sozinha ao escutar a risada de minha irmã logo em seguida. Não queria nem pensar no que Tizz deveria estar fazendo.
- Não consegui resistir, sabia? – Zac perguntou me fazendo encará-lo sem entender o que ele quis dizer. – Você não queria no principio, eu deveria ter deixado como estava, mas não consegui resistir a você. Tinha que te seduzir, tinha que ter você essa noite.
Sorri lisonjeada com as palavras dele e deitei em seu ombro para ser aconchegada. Eu me casaria com Austin mas sabia que essa noite significara muito mais para mim do que uma simples despedida de solteira.
- Nos veremos de novo algum dia, pode crer. – ele disse sorrindo, enquanto se vestia para ir embora. – Noiva ou não.
E antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, os lábios dele tomaram os meus mais uma vez e ele foi embora entrando no elevador com os outros strippers, deixando quatro garotas no corredor.
Um pouco antes da porta do elevador se fechar, Tizz jogou a algema para o policial que a pegou no ar e deu uma piscadela para Tizz, que sorriu safada. Minha irmã era realmente uma figura. Monique acenou timidamente para o motoqueiro que sorriu para ela, se enrolando melhor no lençol, ela enrubesceu me fazendo ter uma crise de riso.
Brittany estava vestida, mas estava cheia de marcas roxas devido as sua pele ser tão clara. Pensei em brincar com ela, mas ela parecia em outro planeta com aquele sorriso enorme em seu rosto. Não fora apenas uma despedida de solteira, fora A despedida de solteira. E pelo visto, não só para mim.
Por ter bebido todas naquela noite, dormi como uma anjinha, e no dia seguinte tudo pareceu um sonho: ter traído meu noivo com um stripper lindo e delicioso e tudo mais, porém as marcas em meu corpo provava que era bem mais real do que eu imaginava.
E então, o que acham?
2 comentários:
Adoreiiiii!
Super hot hein?
Quando vc vai começar a postar a história?
Depois dessa noite a Vanessa pode desmarcar o casamento!
kkkkk...posta logo
Bjos
Escreve essa historia logo, pelo amor de deus, isso vai ser mto bom!
Escreve logooooooo
Hahahahaha
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